27 de outubro de 2013

Tema de redação do Enem 2013 discute implantação da Lei Seca


Mariana Tokarnia Repórter da Agência Brasil
Brasília - Efeitos da Implantação da Lei Seca no Brasil é o tema de redação apresentado neste domingo (27) aos estudantes que participam do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), conforme divulgado no início da tarde pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Hoje é o segundo dia de prova do exame e também o mais temido por muitos candidatos, justamente devido à elaboração da redação.
As provas começaram a ser aplicadas em todo o país às 13h, no horário de Brasília, e vão até as 18h30. Além da redação, os candidatos terão que responder a questões de linguagens, códigos e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias. Os candidatos poderão deixar o local de prova a partir das 15h, mas o participante que esperar até 30 minutos antes do término poderá levar o caderno de questões para casa.
Alguns cuidados devem ser tomados pelo estudante hoje à tarde. As redações com sete linhas ou menos receberão nota zero. A estrutura deve ser dissertativo-argumentativa, ou seja, os candidatos devem expor argumentos relacionados ao tema da redação, elaborando-os de forma consistente e coerente.
A proposta de redação do Enem sempre vem acompanhada de textos que podem servir de motivação para que os candidatos elaborem seus próprios textos. No entanto, o estudante não deve se restringir às ideias ali apresentadas, copiar trechos ou torná-los parte de sua argumentação. Tais atitudes podem fazer com que o candidato perca pontos na avaliação de competências. Aquele que fizer qualquer brincadeira ou deboche vai tirar zero.
As redações serão avaliadas de acordo com cinco competências: domínio da norma-padrão da língua escrita; compreensão da proposta da redação e aplicação de conceitos de diversas áreas do conhecimento para desenvolver o tema; capacidade de selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações para defender um ponto de vista; conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação; e elaboração de proposta de intervenção ao problema abordado, respeitando os direitos humanos.
Todos os anos, a redação é alvo de disputas na Justiça, pois as notas não são passíveis de recurso. O Inep divulga o espelho da redação apenas para fins pedagógicos, para que o estudante saiba a nota que tirou em cada competência.
Edição: Davi Oliveira

Enem 2013 termina sem registro de vazamentos e com 36 candidatos eliminados


Mariana Tokarnia Repórter da Agência Brasil
Brasília – Dos mais de 7,1 milhões de candidatos inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), cerca de 29% não compareceram às provas. Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, 5,05 milhões de candidatos fizeram o exame. Os dados são do segundo dia de prova e ainda podem ser revisados para cima. O resultado final da prova será divulgado na primeira semana de janeiro.
As abstenções, segundo Mercadante, têm se mantido constantes desde 2009, quando a taxa chegou a 37,7%. No ano passado, o percentual dos alunos que não fizeram a prova foi 27,9% – dos 5,6 milhões inscritos, 4,17 milhões compareceram. Este ano, número de participantes é recorde, 20% a mais que o de 2012. O crescimento, desde 2009, está em 95%.  
Sobre a questão da segurança, o ministro destacou que não houve vazamento. "A segurança foi muito eficiente, não houve qualquer vazamento de qualquer informação, o que é central para garantir a isonomia dos estudantes."
O MEC informou que 12 candidatos foram eliminados neste domingo (27) por terem usado celulares no local da prova. Eles postaram imagens da prova e do cartão de resposta nas redes sociais. Nos dois dias do Enem, 36 candidatos foram excluídos do exame por esse motivo. A pasta continuará monitorando as redes sociais por tempo indefinido.
O ministro também destacou alguns casos. Um deles é o do candidato Fernando Ximenes, de 26 anos, que morreu em um acidente no município mineiro de Varginha, quando estava a caminho da prova. Fernando estava em uma moto e foi atingido por uma carreta que vinha na contramão. Mercadante falou ainda sobre a estudante que deu à luz ontem (26) em Teresina. Segundo o ministro, a candidata passa bem, assim como a criança, que se chama Luna e pesa 3,5 quilos.
No total, havia 712 candidatas gestantes,, que poderiam entrar em trabalho de parto no local de prova. Neste domingo, uma gestante no Rio de Janeiro começou a sentir as contrações, mas quis ficar no local e terminar a prova, onde foi acompanhada por um especialista.
O ministro também mencionou as fortes chuvas no Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, além de casos de falta de energia em algumas localidades, fatos que, segundo ele, não prejudicaram a realização do exame.
Outro caso que chamou atenção foi o de um radialista da cidade mineira de Unaí, que tirou uma foto da prova no local do exame. De acordo com Mercadante, o objetivo do radialista era prejudicar o exame. Ele foi preso e pode ser enquadrado no Artigo 311-A do Código Penal.
O Enem foi realizado neste final de semana em 1.161 municípios. O gabarito será divulgado no dia 30 de outubro, na internet, no site do Inep.
Edição: Nádia Franco

26 de outubro de 2013

Mudanças climáticas podem causar perdas de R$ 7,4 bilhões para agricultura, diz relatório


Vinícius Lisboa Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A agricultura deve ser o setor da economia mais afetado pelas mudanças climáticas ao longo do século 21, divulgou hoje (25) o Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), na segunda parte do primeiro relatório nacional. De acordo com o estudo, o prejuízo do agronegócio com problemas climáticos pode chegar a R$ 7,4 bilhões em 2020 e R$ 14 bilhões em 2070. Até 2030, a produção de soja, por exemplo, pode ter perdas de até 24%.
"É uma preocupação em termos de impacto financeiro e para a questão de segurança. A ideia é que esses relatórios possam sinalizar aos tomadores de decisão a importância de agir agora. O custo da inação, de não fazer nada, vai ser maior do que se a gente começar a se prevenir", defendeu Andrea Santos, secretária executiva do painel.
O estudo prevê que as mudanças nos regimes de chuva e a elevação da temperatura média prejudique a agricultura principalmente em áreas secas, como o Nordeste, região em que a distribuição de chuvas pode cair até 50%, segundo o relatório. Um resultado desse processo seria a intensificação da pobreza e a migração para áreas urbanas, impactando a infraestrutura. Culturas como as do milho, do arroz, da mandioca, do feijão e do algodão seriam prejudicadas.
Outra ameaça à segurança alimentar prevista pelo relatório é a diminuição do potencial pesqueiro do Brasil, que pode chegar a até 10% nos próximos 40 anos. Andrea explica que, com o aumento da temperatura da água e a mudança na salinidade, espécies podem buscar regiões mais frias, afetando toda a costa nacional. O estudo aponta ainda a elevação do nível do mar como outra possível vulnerabilidade das cidades litorâneas.
"Além de inundações, esse aumento pode levar a colapsos no sistema de abastecimento e esgotamento, com o retorno de esgoto para as residências em um caso de transbordo dos sistemas de tratamento. Isso pode trazer prejuízos também para o lençol freático".
Nas grandes cidades, os prejuízos estimados serão na mobilidade e na habitação, que podem sofrer com tempestades mais frequentes no Sul e no Sudeste. Já biomas como a Amazônia e a Caatinga correm riscos de ter queda de até 40% dos índices pluviométricos (chuvas), afetando a biodiversidade. A alta da temperatura também pode aumentar a incidência de doenças, como a dengue e a leishmaniose, e, combinada a maiores radiações de raios ultravioletas e emissões de gás carbônico, as lavouras podem sofrer com mais pragas e doenças causadas por fungos.
O painel reúne 345 especialistas de universidades e institutos de pesquisa brasileiros e recebe o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Ministério do Meio Ambiente, além de outras entidades.
 
Edição: Carolina Pimentel

Charge em prova do Enem desperta comentários nas redes sociais


Mariana Tokarnia Repórter da Agência Brasil
Brasília – Uma questão na prova de ciências humanas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) despertou vários comentários nas redes sociais. A questão trata de uma charge que ironiza a política desenvolvimentista do governo de Juscelino Kubistchek.
Na charge, o ex-presidente aparece conversando com um personagem chamado Jeca. No texto do quadrinho, a palavra gasolina aparece grafada com a letra z no lugar do s. O diálogo é o seguinte: "JK - Você agora tem automóvel brasileiro, para correr em estradas pavimentadas com asfalto brasileiro, com gazolina brasileira. Que mais quer?. JECA - Um prato de feijão brasileiro, seu doutô". O texto é de autoria do chargista Théo e foi retirado do livro Uma História do Brasil através da Caricatura (1840-2001)
No Twitter, os usuários fizeram piada da grafia da palavra. Um deles diz: "Aprendi no ENEM que escrevi 'gazolina' errado a minha vida toda!". Outro comentou: "#AprendiNoEnem que se baixarem minha nota na redação porque eu coloquei gazolina com 'z' eu armo um barraco!".
Também em publicação no microblog, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) diz que a questão do Enem não está errada. Segundo a autarquia, responsável pelo exame, "gasolina grafada com a letra 'z' respeita integralmente os direitos autorais da charge publicada", e ainda, "na mesma charge, a palavra doutor é grafada da seguinte forma: 'doutô', também respeitando integralmente os direitos autorais".  
Hoje (26), os candidatos fizeram questões de ciências humanas (história, geografia, filosofia e sociologia) e de ciências da natureza (química, física e biologia). A questão que provocou os comentários está na prova de ciências humanas e suas tecnologias.
Os gabaritos dos dois dias de provas serão divulgados até o dia 30 de outubro, no endereço www.enem.inep.gov.br. O serviço de atendimento ao cidadão funcionará no final de semana das 8h às 20h, pelo telefone 0800-616161.
 

Edição: Carolina Pimentel

Provas do Enem exigiram domínio de conteúdo, diz professor


Mariana Tokarnia
Repórter da Agência Brasil

Brasília - A primeira etapa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) teve questões que exigiram o domínio do conteúdo, segundo a análise do especialista em Enem e presidente de honra do Cursinho Henfil de São Paulo, Mateus Prado. Ele disse que neste ano, havia menos questões que dependiam apenas da interpretação, mas que o conteúdo cobrado foi o básico. "Foi uma prova tranquila", diz.
No primeiro dia do Enem, os candidatos responderam a 90 questões de ciências humanas - história, geografia, filosofia e sociologia - e de ciências da natureza - química, física e biologia. Para aqueles que fizeram o exame, a parte de física foi a mais difícil. "É difícil em relação ao preparo do aluno médio, mas não foram cobrados conteúdos muito aprofundados", diz Prado.
O professor resolveu o caderno rosa de questões. Entre as questões, destaca a que trata dos Indignados espanhóis, que, em 2011, manifestaram o descontentamento político dos jovens frente à crise econômica que atingiu o Continente Europeu. A questão, segundo Prado, faz uma alusão às manifestações de junho e julho, no Brasil.
Outra questão fala sobre a distribuição de terras e remete à grandes construções como a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. A construção da usina é ponto de polêmica. Indígenas e populações ribeirinhas que vivem no local mostraram-se contrárias à obra. "Foi uma situação que colocou o governo contra a parede. Mesmo que não emita um posicionamento, geralmente o Enem não tem questões desse tipo".
Prado destaca também a questão que trata da ampliação de direitos civis de homossexuais nos Estados Unidos. De acordo com ele, o exame já tinha, em edições anteriores, tratado da tolerância com a orientação sexual. Outros assuntos tratados na prova foram Palestina, protestos na Europa, disputa de terras indígenas e África.
Neste sábado, mais de 7 milhões de pessoas se inscreveram para o exame em 1.161 cidades. A prova começou a ser aplicada às 13h, horário de Brasília. Os candidatos tiveram quatro horas e trinta minutos para fazer o exame. Foram 90 questões de ciências humanas e de ciências da natureza. Amanhã (27), a prova começa no mesmo horário, às 13h, no horário de Brasília. A duração será maior, cinco horas e meia, e o candidato terá que fazer uma redação. No segundo dia de prova, as questões serão sobre linguagens, códigos e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias.
Os gabaritos das provas serão divulgados até o dia 30 de outubro, no endereço www.enem.inep.gov.br. O serviço de atendimento ao cidadão funcionará no final de semana das 8h às 20h, pelo telefone 0800-616161.(Agência Brasil)

Vai piorar: chuvas devem diminuir 40% na Caatinga até o fim do século

 
O cenário para a Caatinga, bioma unicamente nacional, não é animador segundo o Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC). Dados do primeiro relatório do PBMC, divulgado hoje, é que as chuvas podem diminuir em até 40% ao longo deste século. A Amazônia deve ter redução pluviométrica semelhante.

O fenômeno afetará a biodiversidade e aumentará os casos de doenças, como a leishmaniose e a dengue, e de pragas nas lavouras. A agricultura deve ser o setor econômico mais afetado pelas mudanças climáticas, podendo ter prejuízo de até R$ 7,4 bilhões em 2020.

Até 2030, as perdas na produção de soja podem atingir 24%. A agricultura no Nordeste, segundo o relatório, será umas das principais prejudicadas, intensificando a pobreza e a migração para as cidades.
E as áreas urbanas que já enfrentam sérios problemas de infraestrutura passarão a sofrer mais nos setores de habitação e mobilidade. As informações são da Agência Brasil.

A razão do estresse de Dilma


O publicitário José Nivaldo Júnior, da Makplan, postou no seu twitter uma informação  até hoje não divulgada da pesquisa Datafolha da semana passada sobre a corrida presidencial. Na simulação de segundo turno de avaliação das chapas, Dilma/Temer teria 46% contra 37% da chapa Eduardo/Marina.
No cenário Dilma/Temer contra Marina/Eduardo, o resultado seria de 44% a 42%. Conclusão: Eduardo já seria uma ameaça real e tem um ano para aumentar a identidade com Marina.
Finalmente, se explica a polvorosa que tomou conta do Planalto.

Candidatos contam como foi primeiro dia do Enem

Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro  – Ao final do primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), alunos ouvidos pela Agência Brasil em Brasília, São Paulo e no Rio de Janeiro se dividiram nas opiniões sobre a prova.
A fiscal de caixa de supermercado, Edilânia dos Santos Souza, de 37 anos, saiu da prova arrependida por não ter estudado suficientemente para o exame. “Achei que o conteúdo da prova estava dentro do esperado. Queria entrar na universidade pelo Enem porque hoje em dia só quem tem um bom emprego consegue sustentar uma faculdade particular”, disse.
Formado em administração de empresas, Elivaldo de Araújo, cursa direito em uma universidade particular em Brasília, mas tenta uma vaga para o mesmo curso em uma instituição pública porque acredita que a mudança dará mais peso ao currículo dele. Aos 39 anos, ele acredita que os candidatos mais jovens “que estão com as matérias mais frescas na cabeça têm mais chances”. Mesmo assim ele achou o nível de dificuldade da prova médio.
Ainda em Brasília, os alunos entrevistados pela Agência Brasil disseram que a organização da prova este ano foi excelente. “As salas estavam numeradas, tinha gente indicando o caminho, as provas lacradas, tudo começou na hora certa, foi bem tranquilo”, avaliou Fernanda Domingos Moreira , de 17 anos, candidata ao curso de música.
Muitos alunos avaliaram que a grande vilã do dia foi a prova de física. “A prova de física estava muito difícil, caíram muitas fórmulas, foi uma prova cansativa”, disse Everton Bruno Ferreira, de 17 anos. O estudante brasiliense, que ainda cursa o segundo ano do ensino médio, diz que vai precisar estudar muito para o ano que vem, quando poderá aproveitar o resultado no exame para ingressar em uma universidade pública.
Em São Paulo, alguns candidatos que deixaram as salas de prova na Universidade Paulista (Unip), campus da Avenida Vergueiro, área central da capital paulista, mostraram desapontamento. Marcelo de Castro Filho, de 19 anos, disse que achou o teste mais difícil do que as provas que já tinha feito. "Já fiz as provas de concurso público da Sabesp [Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo], e achei a do Enem mais difícil". Na universidade, deseja cursar engenharia mecatrônica.
Mairine de Almeida Aguiar, de 18 anos, prestou o Enem no ano passado e considerou o exame deste ano mais difícil. "Não caiu tantos gráficos como antes, [formato] que eu achava mais fácil. Caiu muito mais história", disse a estudante, que pretende ingressar na faculdade de direito.
Mariana Coelho, de 19 anos, ponderou que havia algumas questões complicadas. "Nada que eu não soubesse resolver, mas no ano passado estava mais fácil", definiu. A estudante, que pretende cursar medicina, contou que estudou bastante e se diz muito esforçada. Ela disse que prestou o Enem no ano passado e teve boas notas na parte objetiva da prova, mas não passou por causa da nota da redação. "Dessa vez, minha mãe me obrigou a fazer redação todos os dias", contou.
“Estou com medo é da redação de amanhã. Se cai um tema que o candidato tem intimidade, é ótimo, mas se isso não acontecer”, avaliou Fernanda Santi, de 17 anos, que pretende cursar música.
No Rio de Janeiro, os alunos ouvidos pela reportagem acharam a prova cansativa. Fábia Fabiana, 20 anos, terminou o ensino médio no ano passado e está fazendo o Enem pela primeira vez. Ela pretende estudar administração, mas achou a prova muito difícil. “O que a gente estudou não tinha muito a ver com o que caiu na prova, tinham muitas fórmulas que complicavam a mente. Vamos ver, amanhã, a redação é mais difícil ainda, e português também”.
Eduardo Augusto, de 47 anos, também está fazendo o Enem pela primeira vez. Ele terminou o então segundo grau em 1985 e não teve condições de fazer faculdade na época. “Eu tentei o vestibular na época, mas não passei, era muito concorrido. Talvez se tivesse o Enem, esses meios que têm agora, talvez eu tivesse conseguido”. Augusto explica que fez o pré-vestibular social no ano passado, no Complexo do Alemão, mas que não estudou muitos conteúdos cobrados na prova.
“O que eu estudei no ano passado, nada a ver com o que caiu. Algumas questões eu consegui fazer porque trabalho na área de saúde, outras eram de raciocínio lógico e eu consegui, mas outras eu chutei, principalmente no final, estava cansado”, contou o candidato, que deseja estuda computação.
Aos 29 anos, Guilherme Marins da Cunha, quer cursar jornalismo, e tenta o ingresso em faculdades por meio do Enem. “Eu nunca tinha feito a prova do Enem, ser grande [a prova] assim é bem desgastante, impressiona isso. Mas eu achei a prova boa, aborda alguns temas legais, tem muita questão política, fiquei impressionado com isso, temas de atualidades e história também”.
Já Jéssica Machado, de 16 anos, está fazendo o Enem para se preparar para o ano que vem. Ela está no segundo ano do ensino médio e pretende fazer um curso ligado à arte ou comunicação. “Fiz o Enem só para saber como vai ser no ano que vem, para ter uma noção de como vão ser as questões. Eu achei fácil algumas, outras eu já sabia a matéria, não tinha nada que eu nunca tenha visto na vida”, relatou e advertindo que terá estudar mais física e química.
As provas de ciências humanas e ciências da natureza terminaram às 17h30 (horário de Brasília). Neste domingo (27), além da redação, os candidatos fazem prova de linguagens, códigos e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias.(AgênciaBrasil)

Enem: 21 candidatos são eliminados por postar fotos nas redes sociais


Mariana Tokarnia
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou que, até as 15h, 21 candidatos foram eliminados por postar imagem do cartão resposta do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em redes sociais. Algumas fotos foram postadas minutos antes do início da prova.
Pelas regras do Enem, não é permitido o uso de eletrônicos no local de prova e nem postar fotos do exame. Os portões abriram às 12h e o exame começou a ser aplicado às 13h, pelo horário de Brasília. Ao chegar na sala de aula, o candidato é orientado a colocar aparelhos eletrônicos, como celular e tablet, em um envelope lacrado, que deverá ficar embaixo da carteira durante toda a prova. O celular deve estar desligado.
Em uma busca rápida pela palavra Enem nas redes sociais, é possível ver uma série de publicações de fotos e diálogos entre pessoas que supostamente estão fazendo prova. O Inep diz que cada caso será analisado. Um usuário aproveita o celular para tirar uma dúvida: "Gente, rapidinho aqui, alguém lembra a fórmula pra calcular a força de polias duplas?? #ENEM". Outra usuária fez a postagem com o objetivo de ser eliminada: "Gente, tô aqui no Enem e não sei nada me elimina alguém por favor #meelimina #enem #naoseinada"
Ontem (25), o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, reforçou o alerta sobre uso de aparelhos eletrônicos na prova, o que é proibido. "No ano passado, identificamos usuários em questão de minutos". Em 2012, 65 candidatos foram eliminados por postarem imagens de fotos da prova e mensagens com conteúdo do exame.
A intenção, explica o ministro, é garantir que os candidatos façam a prova em condições iguais, que não haja vazamento de questões ou de respostas.
Além do celular, não é permitido uso de lápis, caneta de material não transparente, lapiseira, borracha, livros, manuais, impressos, anotações e dispositivos eletrônicos.  
Neste sábado, mais de 7,1 milhões farão o exame em 1.161 cidades. A prova começou a ser aplicada às 13h, horário de Brasília. Os candidatos terão quatro horas e trinta minutos para fazer o exame. Serão 90 questões de ciências humanas (história, geografia, filosofia e sociologia) e de ciências da natureza (química, física e biologia).
Os gabaritos das provas serão divulgados até o dia 30 de outubro, no endereço www.enem.inep.gov.br. O serviço de atendimento ao cidadão funcionará no final de semana das 8h às 20h, pelo telefone 0800-616161.
 

25 de outubro de 2013

Prefeito de Santa Cruz o Sr. Gilvan Sirino chama vereador de oposição de mentiroso e doido

O prefeito de Santa Cruz o Sr: Gilvan Sirino, em entrevista nesta quinta(24) a Radio Cultura Estrela Dalva Fm, em resposta a entrevista do vereador de oposição ao seu governo, Dr. Carlos Frederico que esteve usando a bancada do Jornal da Cultura no dia anterior, e deixando bem claro segundo o vereador que o município estar sem prefeito que até o momento ninguém sabe quem é o gestor do município já com dez meses de mandato e puro abandono.

O prefeito Gilvan Sirino disse que o vereador Dr. Carlos é um mentiroso e que ele estar descontrolado(é um doido), que ele não sabe o que diz, fala mal da presidente, do governador, do delegado, do promotor,  do juiz de direito, enfim fala mal de todo mundo, e que desafia o vereador a mostrar que conhece o município, porque ele é o único vereador que não mora na cidade.

Disse ainda que o vereador falava na campanha que ia colocar um projeto na câmara para os vereadores darem expediente todos os dias e que até hoje com 10(dez) meses de mandato ele não mandou esse projeto, então ele não é um vereador atuante, O Prefeito Gilvan cirino, disse ainda que o vereador so foi eleito porque a oposição por debaixo dos panos só pediu voto pra ele, prejudicando os demais candidatos.

Poeta popular, Vinicius de Moraes foi um intelectual de múltiplas facetas

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Rio de Janeiro - Uma das personalidades da cultura brasileira de maior projeção popular, Vinicius de Moraes, cujo centenário o país celebra neste sábado, foi muito mais do que o poeta de primeira linha e o letrista de músicas que há cinco décadas são executadas e regravadas em todo o mundo. O Poetinha, como ele mesmo – que cultivava os diminutivos como forma de carinho – gostava de ser chamado, foi um intelectual de múltiplas facetas.

Formado em direito e diplomata de carreira até ser aposentado compulsoriamente em 1969, pela ditadura militar, Vinicius foi também cronista e escreveu para jornais e revistas reportagens cheias de lirismo sobre as cidades onde viveu. Exerceu a crítica de cinema, com análises aprofundadas sobre filmes e cineastas dos anos 40 e 50, e foi um importante autor teatral.

Foi exatamente essa última faceta – a de dramaturgo - que motivou a aproximação do poeta, para quem a vida era “a arte do encontro”, com Antonio Carlos Jobim, em 1956. O encontro, fundamental na trajetória de ambos e um marco na cultura brasileira, aconteceu porque Vinicius estava à procura de um compositor para as músicas de sua peça Orfeu da Conceição, que pretendia encenar no Theatro Municipal do Rio.

Definida pelo autor como “tragédia carioca em três atos”, a peça é uma transposição da história do mito grego de Orfeu para uma favela do Rio de Janeiro. Escrito em 1954, o texto também estava sendo adaptado para o cinema, com o título de Orfeu Negro, pelo cineasta francês Marcel Camus. O filme, que ficou pronto em 1959, ganhou – como produção francesa – a Palma de Ouro do Festival de Cannes e o Oscar de melhor filme estrangeiro.
A parceria com Tom, iniciada com as canções para a peça – as mais conhecidas são Se Todos Fossem Iguais a Você e Lamento no Morro, deu início a um movimento de renovação da música popular brasileira. Dois anos depois, em 1958, com João Gilberto e a sua inovadora batida no violão, e o lançamento do LP Canção do Amor Demais, com Elizeth Cardoso interpretando composições da dupla, esse movimento, que começava a ganhar forma, logo iria ser chamado de Bossa Nova.

“Vinicius de Moraes foi um divisor de águas na história da música popular brasileira. Um poeta de livro que de repente se torna letrista e traz para as letras da música brasileira uma grande densidade poética”, define o crítico musical Tárik de Souza. Mais do que parceiros, Vinicius de Moraes colecionou amigos, companheiros de boemia e da vida cotidiana. A troca ia muito além das rimas e notas musicais.

Para Tárik, que apresenta na Rádio MEC FM o programa Bossamoderna, Vinicius exerceu um papel de catalisador na música popular, estimulando o surgimento de novos compositores. “Ele foi o primeiro parceiro do Edu Lobo, o primeiro parceiro do João Bosco, incentivou o Francis Hime e vários outros artistas a se dedicarem realmente à música, a partir de parcerias com ele. Vinicius tinha essa generosidade de lançar artistas e de abrir novas frentes, como ele fez com Toquinho, que foi o seu último grande parceiro”

É grande a lista. Além dos já citados, inclui Carlos Lyra, Baden Powell (que formavam, juntamente com Tom, o que o poeta chamava de sua “santíssima trindade”), Chico Buarque e muitos outros. Lyra, um dos integrantes da “trindade” de Vinicius, conta como foi seu primeiro contato com o poeta. “Liguei para a casa dele: ‘Vinicius de Moraes? Aqui é o Carlos Lyra”.. e ele, com aquela mania de diminutivos, respondeu: ‘Ah, Carlinhos, ouvi muito falar de você. O que você quer de mim?’ E eu: ‘quero umas letrinhas...’. E ele:’então venha já pra minha casa’. E aí começou a amizade e a parceria”.
Vinicius fez letras também para o clássico choro Odeon, de Ernesto Nazareth (1863-1934), e para duas composições de Pixinguinha (Lamentos e Mundo Melhor). Na área da música erudita, Cláudio Santoro e Edino Krieger tiveram versos de Vinicius para composições suas. A obra do Poetinha inclui ainda canções em que ele foi autor de letra e música, dispensando as parcerias, como Pela Luz dos Olhos Teus, Serenata do Adeus e Rancho das Flores. E poemas seus, publicados anteriormente em livros, ganharam música, como os sonetos da Separação, musicados por Tom Jobim, e da Fidelidade, pelo pernambucano Capiba. O poema Rosa de Hiroxima ganhou nos anos 70 música de Gerson Conrad, líder da banda Secos e Molhados, de estrondoso sucesso na época em que lançou o cantor Ney Matogrosso. (Agência Brasil)

Incêndio que atingiu Arena Pantanal foi controlado


Luciano Nascimento Repórter da Agência Brasil
Brasília - O princípio de incêndio que atingiu o canteiro de obras da Arena Pantanal, em Cuiabá (MT), na tarde de hoje (25) foi controlado. Segundo a Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa), o fogo foi controlado rapidamente pela equipe de brigadistas da construtora e pelo Corpo de Bombeiros. Não houve feridos.
O incêndio começou em placas com isopor armazenadas no subsolo. O material será usado como isolante térmico da cobertura. A Arena Pantanal receberá quatro jogos da Copa do Mundo na primeira fase da competição. A construção do estádio, que terá capacidade para receber 43 mil pessoas, teve início em abril de 2010 com a demolição do antigo Estádio Governador José Fragelli. De acordo com a Secopa, o incêndio não alterará o cronograma de entrega do estádio, previsto para dezembro deste ano, com inauguração em janeiro de 2014.
Edição: Fábio Massalli
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Morre o jornalista Maurício Azêdo, presidente da ABI





Paulo Virgilio e Vladimir Platonow Repórteres da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), jornalista Maurício Azêdo, morreu hoje (25) aos 79 anos de idade, de insuficiência cardíaca, no Hospital Samaritano, em Botafogo, zona sul da capital fluminense, onde estava internado há duas semanas. O corpo será velado a partir das 8h deste sábado (26) no Memorial do Carmo e o enterro está marcado para as 16h no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju, zona norte da cidade.
Nascido no Rio de Janeiro, em 1934, Oscar Maurício de Lima Azêdo era advogado formado em 1966 pela então Faculdade de Direito do Rio de Janeiro. No jornalismo, iniciou sua trajetória em jornais do Partido Comunista Brasileiro (PCB), do qual era militante. Na grande imprensa, trabalhou como repórter, redator, editor e cronista no Jornal do Commercio, Diário Carioca, Jornal do Brasil, Jornal dos Sports, Última Hora, O Dia, O Estado de S. Paulo e Folha de S.Paulo, além das revistas Realidade e Manchete.
Durante a ditadura militar, colaborou com jornais de resistência da imprensa alternativa, como o Movimento e Opinião. Nos anos 1980, filiou-se ao PDT, partido pelo qual se elegeu vereador por três mandatos, chegando a exercer a presidência da Câmara Municipal do Rio no biênio 1983-1985.
A primeira eleição de Maurício Azêdo para a presidência da ABI ocorreu em 2004, para um mandato de três anos. O jornalista continuou à frente da entidade por mais dois triênios: 2007-2010 e 2010-2013.
A presidenta do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, Paula Mairan, lamentou a morte e disse que nome de Azêdo já está escrito na história do jornalismo brasileiro.
“O Maurício Azêdo foi um militante de grande importância não só para a história do jornalismo, mas para todas as lutas de resistência em nosso país contra o autoritarismo e a ditadura. Deixa um legado de muitas batalhas em defesa dos direitos humanos, da democracia e de um Brasil melhor e mais justo. Com todas as dificuldades da idade e de saúde, enquanto pôde esteve na ABI lutando para tornar aquele espaço sempre democrático e aberto aos movimentos sociais. A idade não o impediu de se manter militante até os seus últimos dias e o seu nome está registrado na história dos jornalistas que honraram a profissão”, disse.
O presidente da Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos da ABI, Mário Augusto Jakobskind, ressaltou o lado combativo e o trabalho de Azêdo na reconstrução da entidade. “Realmente o Brasil perdeu uma grande figura do jornalismo, em um momento em que o país está precisando de quem combata o bom combate, como sempre, por toda a vida, o Maurício Azedo combateu. Nós estamos abalados com a perda de uma figura como ele, que recuperou a ABI”, disse Jakobskind, que também faz parte do Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
O diretor-presidente da EBC, Nelson Breve, lamentou a morte do presidente da ABI, destacando o seu trabalho como jornalista e defensor dos direitos humanos. “A comunicação e a cultura do país perderam uma grande referência com a morte do Maurício Azêdo. Ele trabalhou em quase todos os veículos de comunicação relevantes do Brasil nas últimas cinco décadas. Tanto na mídia tradicional, quanto na imprensa alternativa que resistiu à ditadura militar. Como editor-chefe do antigo Boletim da ABI, foi um vigoroso denunciante das violações dos direitos humanos, cobrando persistentemente a responsabilidade do Estado pelos crimes cometidos. Também foi um grande divulgador do audiovisual brasileiro, fundando cineclubes e criando várias publicações voltadas para as artes, especialmente o cinema brasileiro”, disse.
O governador Sérgio Cabral também lamentou, em nota, a morte de Maurício Azedo e decretou luto de três dias no estado do Rio de Janeiro. "Maurício Azedo foi um grande brasileiro. Jornalista militante que sempre se dedicou às causas da democracia e das liberdades. Homem público exemplar sempre dedicado às causas do Rio de Janeiro e do Brasil. Liderou a ABI nos últimos anos com o entusiasmo e o espírito de Barbosa Lima Sobrinho. Amigo fraterno e querido". 
  Agência Brasil 

MEC vai monitorar redes sociais durante Enem; candidato que postar será eliminado

Mariana Tokarnia
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, reforçou hoje (25) que o candidato que postar fotos ou mensagens em redes sociais no local de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será eliminado. Uma equipe do ministério vai monitorar redes como o Twitter e o Facebook. "No ano passado, identificamos usuários em questão de minutos", disse Mercadante. O Enem será aplicado amanhã (26) e domingo (27) a mais de 7,1 milhões de candidatos em 1.161 cidades em todo o país.
No exame de 2012, 65 candidatos foram eliminados por postarem imagens na internet, como caderno de provas e do cartão de resposta. Segundo o ministro, foram identificados inclusive aqueles que usavam pseudônimos.
O candidato receberá no local de prova um envelope com lacre para guardar os pertences. Quem estiver com celular, deverá desligá-lo e colocá-lo no envelope, que ficará embaixo da carteira durante toda a prova. "Seremos cuidadosos e rigorosos, não vamos aceitar em hipótese nenhuma a utilização de celular nas salas de aula. Quem tentar seguramente será identificado e prejudicado", disse o ministro.
Além do celular, não é permitido uso de lápis, caneta de material não transparente, lapiseira, borracha, livros, manuais, impressos, anotações e dispositivos eletrônicos.  
A segurança é uma das preocupações do Ministério da Educação (MEC). Neste ano, as provas deixaram a gráfica de segurança máxima em malotes com lacre eletrônico e GPS, que permite acompanhar o deslocamento da prova e o horário em que os malotes serão abertos.
Depois de impressas, as provas foram guardadas em um galpão do Exército em São Paulo, e posteriormente, nesta semana, foram encaminhadas aos estados. De lá, serão levadas aos locais de prova. O MEC não informa a data ou a hora que ocorrerá o deslocamento. Todo o processo, explica Mercadante, tem o apoio das Forças Armadas, da Polícia Militar, da Polícia Federal, da Polícia Civil e da Polícia Rodoviária Federal.
O compromisso do MEC, segundo o ministro, é garantir que os candidatos façam a prova em condições iguais, que não haja vazamento de questões ou de respostas. Sobre o monitoramento das redes sociais, Mercadante disse: "Nosso trabalho aqui não é tão eficiente como o do Obama", referindo-se às denúncias de que o governo norte americano tem espionado outros países, como Brasil, Alemanha e França. "Mas é bom. E é uma razão republicana, de preservar o exame. Não queremos espionar a vida de ninguém. Só queremos que o exame seja feito nas mesmas condições por todos e o sigilo do exame é importante para dar segurança e as mesmas condições aos participantes".
O ministro voltou a fazer recomendações aos candidatos, para que conheçam o caminho até o local de prova e que cheguem com antecedência. Os portões abrem às 12h, no horário de Brasília, e fecham pontualmente às 13h. O candidato deve estar atento ao horário de verão. A apresentação de documento de identidade com foto é obrigatória. Em caso de furto, será aceito boletim de ocorrência emitido, no máximo, 90 dias antes do dia do exame.

Edição: Carolina Pimentel Agência Brasil

Candidato que postar foto ou mensagem em redes sociais será eliminado

 


O  Ministério da Educação vai monitorar redes como o Twitter e o Facebook. "No ano passado, identificamos usuários em questão de minutos", disse o ministro Aloizio Mercadante. Mais de 7,1 milhões de inscritos em 1.161 cidades farão o exame no fim de semana. Em 2012, 65 candidatos foram eliminados por postarem imagens como do caderno de provas.