Aline
indica que o exercício íntimo serve para prevenção de doenças como a
incontinência urinária e defecal; pequenos prolapsos (deslocamento de
órgãos), constipação e a urgência urinária, o desejo intenso de fazer
xixi. “Se a pessoa já tem essa queixa, o tratamento deve ser mais
terapêutico. O ideal seria procurar um profissional para fazer um
tratamento individualizado”, diferencia. Segundo ela, a prática é feita
com o exercício da mobilidade da pélvis e do quadril, que ajudam a
estimular a região. Também são feitas contrações isoladas do períneo,
com a sensação de abrir e fechar a região. A fisioterapeuta explica que
algumas mulheres podem ter dificuldade em mover a região quando recebem a
orientação. “Cerca de 30% não conseguem contrair o assoalho pélvico.
Mas, quando ela aprende a ter consciência e coordenação, pode fazer os
exercícios e a manutenção em casa”, afirma. Aline acredita que a
aceitação das mulheres com a ginástica íntima tem melhorado. Para ela,
atualmente, a maioria delas não aceita não sentir prazer. “Ainda existe
um pouco de tabu, mas a mulher que está insatisfeita corre atrás e quer
saber o que pode fazer para melhorar”, avalia. (O Garimpeiro de
Notícias)
9 de novembro de 2013
Ginástica íntima fortalece musculatura e melhora prazer sexual, diz especialista
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