Para a Federação Nacional dos Médicos (Fenam), o recuo foi devido à tese apresentada pela entidade de que os médicos cubanos iriam desempenhar trabalho análogo à escravidão. Isso porque, no modelo usado na Venezuela, Cuba funciona como uma empresa terceirizada que fornece profissionais que devem atender a um duro regulamento disciplinar, que inclui pedir autorização para pernoitar fora do alojamento, proibição de dirigir e de se comunicar com a imprensa e a obrigação de informar sobre namoros.
Apesar do recuo, a Fenam informa que continua atenta às negociações e aos atrativos que o Governo Federal pretende oferecer aos médicos estrangeiros e manterá reunião na próxima quinta-feira (11), com as lideranças sindicais para debater os próximos passos do movimento.
Uma greve geral da categoria poderá ser anunciada em caso de veto a Lei Ato Médico ou insistência na importação de médicos sem o Revalida.
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